ACESSE

Mandetta fala em 'lealdade burra e genocida' na manipulação de números

Telegram

Na live do Instituto Brasiliense de Direito Público, Luiz Henrique Mandetta disse que, ao sair do governo, chegou a pensar que Jair Bolsonaro poderia refletir melhor sobre a pandemia de Covid-19 no país.

“Entrou o Nelson Teich, que é médico, e foi a mesma coisa. Quer dizer, não era uma coisa comigo. Era uma coisa de não querer nenhuma tomada de decisões que não fossem decisões políticas.”.

Sem citar o ministro interino Eduardo Pazuello, Mandetta afirmou que, “talvez nomeando alguém que não tem muito compromisso com o setor de saúde”, mas sim um militar, ficaria mais fácil “manipular e torcer os números”.

Segundo o ex-ministro, a atitude seria de lealdade ao presidente, mas uma “lealdade burra e genocida”. Mandetta disse ainda que os militares estão acostumados a construir “grandes bunkers de segredos intransponíveis”, mas que na Saúde o importante é a transparência.

Leia também: O temor da cassação no Planalto

Comentários

  • Elisabete -

    Mandeta não passa de um político investigado, davturmavdo Caiado em Goiás. Povo não caiam nas armadilhas políticas. Esse é mais um .

  • Flavio -

    Kkkkk nosso ministro da educação não sabe escrever(ISTO MESMO DA EDUCAÇAO NAO SABE ESCREVER)

  • Nando -

    A PF pegou fraude e vai sim desenterrar corpus , lógico que com permissão da família ... o que vai ter de gente presa não estará no gibi

Ler 185 comentários