Marcelo Odebrecht na história da infâmia

Na sua última edição, a revista The Economist define Marcelo Odebrecht da seguinte maneira:

“Nos anais da democracia latino-americana, Marcelo Odebrecht, um magnata da construção civil, ocupará um lugar único na infâmia. Do México à Argentina, passando por uma série de outros países, a sua empreiteira corrompeu presidentes, ministros e candidatos para que conseguisse contratos públicos, estabelecendo um padrão nefasto seguido por seus concorrentes.”

Nos anais da democracia e também das ditaduras latino-americanas.

Temas relacionados:

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem;
Tempo de publicação: 4 minutos

200

  1. Totoo disse:

    So os Antagobrechts e Antagoskems que desejam manter o Antagostablishment pegando leve com esta família. Ah, é porque as ações do setor petroquímico rendem bastante para eles. Digo mais. Esta familia sera responsavel por futuras grandes tragedias no Brasil. O Etchegoyecht e o Odeboas protegem os interesses do projeto de "puder" do dono dles, o É Milho. Maior maníaco junto com George Soros. É por causa do Odeboas e do Etcchegoyecht que a ORCRIM esta ainda no "puder", STF que o diga.

Ler comentários
  1. Andrea disse:

    Marcelo era o “ príncipe” !!!certamente seria um Batedor de carteira / pivetinho se não fosse M.O. E sua fortuna!

  2. Cris disse:

    O que dizer de alguém com CREA que decide surfar na onda de um Jaques Wagner , de um Lula e de uma Dilma Rousseff? BUUUUUUUUUUUUURRROOOOOOOOOOOOOO !!!!!!!!!!!!!

  3. Fernando disse:

    É preciso ser realmente muito limitado para acreditar que são não fosse MO seria outro a fazê-lo. Aquele à quem é confiado o cargo público, literalmente denominado "representante do povo" cabe mais do que protejê-lo impedindo seu mal, promover seu o bem. MO é um ladrão. O governante que compactua com ele, além de ladrão, é um traidor. Do jeito que está escrito faz parecer que os pobres inocentes governantes estavam lá sendo ótimas pessoas até que chega o empresário malvadão e os corrompe. Mais uma "pérola" do "The Economist"...

  4. E AGORA VAI PRA CASA disse:

    Segundo a justiça, a justiça foi feita. Delatou, teve pena atenuada e progressão de regime. NADA DISTO O ABSOLVERÁ DO JULGAMENTO DA OPINIÃO PÚBLICA. FACÍNORA. ASSASSINO DE LATINO-AMERICANOS! ASSASSINO DE VENEZUELANOS!

  5. Zé Renato disse:

    Nesse assunto, não há inocentes. Só safados, tolos e principalmente, ignorantes. Enquanto não aprenderem a votar, vão continuar sendo pobres.

  6. Silvia maia disse:

    As relações são biunivocas . As condições certamente foram impostas pelos governantes.

  7. MEMMORIA EX VERITAS disse:

    INFAME SIM, MAS BILIONÁRIO E LIVRE, LEVE E SOLTO A PARTIR DO MÊS QUE VEM. O CRIME COMPENSA NOS TRÓPICOS.

  8. B Coimbra disse:

    A revista deixou de informar o mais importante: tudo isto foi feito sob o patrocínio de Lularápio e do Foro de SP.

    1. Concordo 100%. Sem a benção do lula ninguém faria o que fez. Ele abriu todas as portas e janelas para os seus iguais e deu o empurrãozinho final, sempre!

  9. The Economist disse:

    Outra tendência é a fragmentação. As eleições no Brasil e na Colômbia têm muitos candidatos. Isso permitiu que outsiders como Jair Bolsonaro, um populista de extrema direita, a aparecer bem nas primeiras pesquisas. . Mas isso não significa que vencerão. No Brasil e no México, os partidos de Centro ainda não escolheram seus candidatos. Quando escolherem, seus números nas pesquisas aumentarão. . O voto em dois turnos ajuda na proteção contra extremismos. Os eleitores tendem a escolher o mal menor. Deve haver segundo turno no Chile, Costa Rica, Colômbia e Brasil. . Ainda assim podemos ter um segundo turno entre Bolsonaro e Lula da Silva, um ex-presidente de esquerda condenado por corrupção. Mas provavelmente os centristas terão um desempenho melhor do que indicam as pesquisas.

    1. No domingo próximo, vou contribuir com meu voto para q Piñera venca em primeiro turno! A fim de desfazer as reformas "progressistas" q Bachelet impôs ao Chile!

    2. https://www.economist.com/news/americas/21731432-anger-corruption-not-only-factor-slew-elections-latin-americas-voteathon

    3. Onde vc comprou esse beck? Dá uma onda legal, bem longe da realidade.

  10. Bertrand Kolecza disse:

    Com todo o respeito, sim e não. Ele só consegue trabalhar se molhar a mão dos ocupantes do poder. Corrupção passiva é a do empresário, ativa do político, que tem a chave do cofre. A lei diz o contrário. Ora, quem faz a lei é quem quer receber propina.

    1. Empresa dele era a unica que contratava Lula pra fazer palestra que não existe nenhuma gravada...petistas acha que o resto mundo é idiota só pode

    2. Exemplos de quem faz a lei quer vantagens, aliás para fazer a lei cobram, ex. caso MMC, CAOA. Estão livres e soltos rindo da nossa cara, Pimentel, Guido e Luis.

    3. Sério? É assim que você pensa, acha? Sei lá, que gente doida.