Mario Sabino: dor de escola

Mario Sabino: dor de escola
Foto: Renzo Fedri/O Antagonista

Em sua coluna na Crusoé desta semana, Mario Sabino recorda os “raros bons professores” de sua infância e juventude e fala da homenagem da França a Samuel Paty, o professor decapitado por um terrorista islâmico.

“Apesar de tudo, a média da qualidade do ensino era boa, mas os serviços de hospitalidade nunca foram grande coisa. Hoje, o ensino é geralmente muito ruim, mas se tenta melhorar o serviço de hospitalidade com o politicamente fofinho. Entendo: agora uma das prioridades é evitar que aluno bata em professor.”

“A homenagem a Samuel Paty, de corpo presente, foi no pátio da Universidade Sorbonne, no que foi um manifesto em defesa da laicidade contra a intolerância religiosa, do conhecimento contra a ignorância, da liberdade de expressão contra a censura. (…) Mas a parte mais bonita da homenagem foi a leitura de uma carta enviada por Albert Camus ao seu professor dos primeiros anos escolares, Louis Germain, poucos dias depois de o escritor receber a notícia de que havia ganhado o Prêmio Nobel de Literatura, em 1957.”

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Leia mais: A verdadeira sabatina de Kassio Marques.
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