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Mario Sabino: Pazuello é a desordem nos quartéis

'O comandante do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, rasgou o regulamento que proíbe militares da ativa de participar de atos políticos', escreve Sabino na Crusoé desta semana
Mario Sabino: Pazuello é a desordem nos quartéis
Foto: Renzo Fedri/O Antagonista

Em sua coluna na Crusoé que foi ao ar nesta sexta (4), Mario Sabino comenta a decisão do Exército de não punir Eduardo Pazuello, general da ativa, por sua participação em um ato político com Jair Bolsonaro no Rio.

“Nesta semana que chega ao fim, Eduardo Pazuello ganhou dois presentes. Jair Bolsonaro lhe deu o cargo de secretário de Estudos Estratégicos da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos, uma redundância atroz vinculada à Presidência da República, como recompensa pelo general ter sido seu capacho e, consequentemente, o pior ministro da Saúde da história do Brasil. Não fosse o bastante, dois dias depois, o Exército presenteou Eduardo Pazuello com o arquivamento do processo por transgressão disciplinar contra ele, como reconhecimento pela transgressão disciplinar que o general efetivamente cometeu, ao participar de um ato político no Rio de Janeiro, aquela ‘motociata’ organizada para apoiar o sociopata que despreza as mais de 460 mil mortes por Covid. O comandante do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, rasgou o regulamento que proíbe militares da ativa de participar de atos políticos.”

LEIA AQUI a íntegra da coluna; assine a Crusoé e apoie o jornalismo independente.

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