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Mario Sabino: "Saudade de ir ao cinema"

"Ainda que o meu cérebro não considere os filmes novos dignos de serem lembrados, estou com saudade de ir ao cinema", diz Sabino, em sua coluna na Crusoé
Mario Sabino: “Saudade de ir ao cinema”
Foto: Renzo Fedri/O Antagonista

Ainda que o meu cérebro não considere os filmes novos dignos de serem lembrados, estou com saudade de ir ao cinema. Ir ao cinema sempre foi uma das melhores partes da minha vida”, diz Mario Sabino, em sua coluna na Crusoé.

“Na juventude, o cinema foi decisivo para a minha formação. Era uma extensão da literatura. Falo dos filmes que geralmente são classificados como ‘de arte’. Havia muitos cineclubes em São Paulo, entre o final da década de 1970 e o início da de 1980, que os exibiam. Os mais frequentados por mim — e por todo a moçada cabeça — eram os da Faculdade Getúlio Vargas, da PUC e o Cineclube do Bixiga.”

O Masp, o MIS, o Cinesesc e o Cine Arte Um também tinham ótima programação. Entre os cinemões, havia o Belas Artes, com uma das salas dedicada a filmes de arte, e o Gazetinha, cuja saída nos proporcionava irromper numa feérica Avenida Pauista, em frente a uma grande banca que vendia jornais e revistas importados, o que nos dava a sensação tão efêmera quanto intensa de pertencer a um mundo menos estreito do que o brasileiro.”

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