MARQUETEIRO TENTOU DESTRUIR PROVAS

No pedido de prisão preventiva, a Polícia Federal também revela a tentativa de João Santana e Mônica Moura de destruir provas importantes para a investigação.

A PF descobriu que, no dia da deflagração da Operação Acarajé, Santana excluiu sua conta no Dropbox, “em clara tentativa de eliminar eventuais elementos probatórios relevantes que ali pudessem ser encontrados”.

Os investigadores também desconfiam de que o casal de marqueteiros tomou conhecimento com antecedência da operação da PF.

“No dia 19/02, mais precisamente às 23h12, Clarice Peixinho, responsável pela POLISTOUR, envia mensagem de correio eletrônico a MONICA MOURA, indagando se poderia adquirir bilhete aéreo já reservado para o advogado do casal, para que ele se deslocasse à República Dominicana, onde o casal se encontrava. De início, parece-nos curioso que a funcionária CLARICE estivesse trabalhando numa sexta-feira, após as 23 horas. Ademais, na quinta-feira iniciaram-se as mobilizações de pessoal para a deflagração da 23ª fase da Operação, o que indica, como bem anotado pela equipe de análise, a possibilidade de que os investigados tenham tomado conhecimento da deflagração da Operação que se daria três dias depois.”

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