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MDB ainda aposta em ex-governador preso duas vezes em menos de um ano

O MDB ainda aposta em André Puccinelli, ex-governador do Mato Grosso do Sul. O partido vai lançá-lo candidato a prefeito de Campo Grande neste ano.

Puccinelli foi preso em duas ocasiões, ambas no âmbito da Operação Lama Asfáltica: em novembro de 2017 e em julho de 2018. Na segunda vez, o emedebista e o filho ficaram cinco meses na cadeia, mas acabaram sendo soltos às vésperas do Natal daquele ano: a ministra Laurita Vaz, plantonista do STJ à época, entendeu que eles não representavam mais perigo à sociedade e avaliou que “o risco de reiteração nos mesmos crimes” havia se enfraquecido.

Pai e filho respondem em liberdade por acusações de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e ocultação de provas no esquemão da JBS. Segundo o Ministério Público Federal, eles usaram um instituto de ensino jurídico chamado Ícone para intermediar o pagamento das propinas. O pecuarista Ivanildo Miranda, delator, contou que os dois receberam 1,2 milhão de reais.

O MDB queria emplacar Puccinelli no governo do estado em 2018, mas a prisão no meio do caminho obrigou a mudança de planos. Agora, o réu pode virar prefeito da capital.

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