Memórias róseas

O “consultor de crises” Mário Rosa está publicando suas memórias no UOL.

Na primeira parte, ele relatou a batida que sofreu da PF, quando a Acrônimo descobriu que ele havia repassado 2,4 milhões de reais à empresa de fachada da mulher de Fernando Pimentel.

Em vez de escrever suas memórias, não teria sido melhor fazer uma delação premiada?