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Mendonça pede e TCU adia julgamento sobre gestão de Pazuello no Ministério da Saúde

Postergação se deu depois de solicitação da AGU por mais tempo para analisar a ação
Mendonça pede e TCU adia julgamento sobre gestão de Pazuello no Ministério da Saúde
Foto: Divulgação/TCU

O Tribunal de Contas da União adiou para a próxima quarta-feira (26) o julgamento da gestão de Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde. Os ministros também vão analisar os trabalhos de Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

O julgamento seria retomado hoje, depois de um pedido de vista feito pelo ministro Jorge Oliveira na semana passada.

Mas um pedido de André Mendonça ao relator do processo, Benjamin Zymler, por mais tempo para analisar o processo foi concedido.

O advogado-geral da União de Jair Bolsonaro ligou para Zymler e argumentou que precisava se aprofundar no assunto porque haverá uma centralização da assessoria jurídica do Ministério da Saúde em um núcleo especializado.

Também contou para o adiamento a ausência dos ministros Bruno Dantas e Vital do Rêgo. Ambos são críticos do trabalho de Pazuello.

Em abril deste ano, Bruno Dantas disse que a gestão do ministério “envergonha” e que já há argumentos de sobra para impor “condenações severas” a gestores da pasta.

Meses antes, em janeiro, Vital do Rêgo disse estar “permanentemente perplexo com a discussão que se travou no Brasil, sobre se cloroquina, ivermectina e outros medicamentos eram importantes para o tratamento precoce da Covid”.

O próprio relator da ação já criticou duramente o ex-ministro da Saúde. Zymler acusou o Ministério da Saúde de não ter assumido o papel de liderança no combate ao coronavírus.

“Em vez de expandir as ações para a assunção da centralidade da assistência farmacêutica e garantia de insumos necessários, o ministério excluiu, por meio de regulamento, as suas responsabilidades.”

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