Mesmo sem dinheiro, presos na Hashtag queriam bomba

O procurador Rafael Brum Miron, responsável pela Operação Hashtag, disse à Folha que os suspeitos presos ontem “eram bem agressivos” e diziam que deveriam “matar infiéis”. Eles compartilharam informações sobre a construção de bombas, segundo Miron.

Mas não tinham recursos para agir imediatamente. “Não temos ninguém comprando passagem para o Rio, por exemplo. Nenhum deles era rico, eles não tinham recursos. Eles queriam viajar para a Síria e também não tinham dinheiro.”

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