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Ministério da Saúde disse que inglês dificultava análise de contrato

A pasta deveria ter feito uma parceria com Carlos Wizard para oferecer aulas aos servidores, que não tinham "conhecimento suficiente de tal língua"
Ministério da Saúde disse que inglês dificultava análise de contrato
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Documentos enviados à CPI da Covid mostram que, em setembro de 2020, a consultoria jurídica do Ministério da Saúde disse que o fato de a documentação para adesão Consórcio Covax estar em inglês dificultou a análise. Segundo a Folha, a pasta alegou que os servidores não tinham “conhecimento suficiente de tal língua estrangeira a ponto de emitir manifestação conclusiva”.

O ministério também disse que o curto espaço de tempo para apontar todos os riscos e requisitos para tal adesão”. Os documentos chegaram no dia 24 de setembro com prazo de resposta para o dia seguinte.

O consultor afirmou que a adesão estava autorizada pela medidas provisórias editadas pelo governo. Mesmo com o parecer, o Brasil só aderiu ao consórcio em março.

O Ministério da Saúde deveria ter feito uma parceria com Carlos Wizard para oferecer aulas de inglês aos servidores.

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