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Ministro do Trabalho enfrenta a OIT, cúmplice da CUT

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Rolou um barraco na OIT, em Genebra, depois que o ministro do Trabalho, Helton Yomura, reagiu corajosamente contra a inclusão do Brasil na “lista suja” da organização — uma manobra da CUT, em conluio com a esquerda internacional, contra a reforma trabalhista, como revelou O Antagonista.

Yomura disse que a OIT, dominada por sindicalistas, corria o risco de se tornar “irrelevante” e afirmou que “os sindicatos brasileiros vão ter de trabalhar muito mais” depois da reforma que diminuiu sobremaneira o seu fluxo de caixa e aumentou a liberdade dos trabalhadores para fazer negociaçōes coletivas sem o cabresto das centrais sindicais.

A excelente fala de Yomura fez a esquerda internacional subir nas tamanquinhas. Acusaram a reforma trabalhista de ser um retrocesso. Nos bastidores, contudo, ficaram assustados com a reação do ministro.

A conclusão final da comissão de “peritos” que analisa o caso brasileiro sai na quinta-feira. Mas que se dane a OIT. A cúmplice da CUT é irrelevante há muito tempo.

Comentários

  • Sônia -

    ...se é que foi relevante em algum momento!... A verdade é que esse povinho - OIT, CUT, sindicatos, ... - só enxerga o próprio umbigo e se preocupa com o próprio bolso, está anos-luz de chão de fábrica, chão de armazém, escritório, agência bancária, etc...

  • Resistente -

    UE, ONU, Bruxelas, Genebra, Paris, ninho de colaboracionistas do mundo invertido.

  • Brasileiro -

    O Brasil ficou um país caro antes de ser um país rico! Pergunta se na China estas ONGs ,OIT,ONU apitam alguma coisa ! Tudo ONGs festivas comedoras de fondue de queijo em Genebra e com o apoio de George Soros e daquele escritor rabbit comunista !

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