Moch, guerreiro do bobo brasileiro

João Vaccari “Moch” Neto, tesoureiro do PT metido até o fundo da mochila no esquema que roubou 200 milhões de dólares da Petrobras, é o herói do esquenta do PT para a festa dos 35 anos do partido, hoje à noite, em Belo Horizonte.

Além de Lula dizer que “na dúvida, fico com o companheiro” — e Lula duvida tanto da participação de Vaccari quanto o Papa Franscico de Deus –, outros graúdos petistas homenagearam o mais novo guerreiro do bobo brasileiro:

a) Os chefões da corrente majoritária Construindo Um Novo Brasil puxaram uma salva de palmas para Moch.

b) Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais, prestou solidariedade a Moch. Mais aplausos.

c) Ricardo Berzoini, ministro das Comunicações, disse que “quando a pessoa sequer foi indiciada não dá para falar em acusações”. Berzoini demonstrou assim que, apesar de não saber sequer utilizar corretamente o advérbio de intensidade “sequer”, é capaz de criar uma interessante tese segundo a qual um bandido só pode ser acusado depois de indiciado. Exemplo histórico: Al Capone se tornou criminoso apenas depois de indiciado pela polícia de Chicago.

Adorei a tese de Berzoini, fellas…

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