Momentos de Ela Wiecko na Acrônimo

O Antagonista teve acesso a autos da Operação Acrônimo. Eles mostram o, digamos, grande cuidado de Ela Wiecko, então vice-procuradora geral da República, com Fernando Pimentel, Carolina de Oliveira et caterva.

Em 23 de junho de 2015, apesar da profusão de dados que indicavam que Fernando Pimentel “seria o chefe da organização criminosa operada financeiramente por Benedito (o Bené) grupo este especializado em lavagem de capitais oriundos de desvio de recursos públicos e a aplicação de parte dos valores branqueados em campanhas eleitorais’, Ela Wiecko escreveu o seguinte:

“As hipóteses levantadas pelo Departamento de Polícia Federal são plausíveis, mas exigem novos dados que permitam uma convicção definitiva sobre o efetivo comprometimento de Fernando Damata Pimentel com os fatos.”

Ela Wiecko também negou os pedidos de busca e apreensão nas casas das sócias da Pepper, da MR Consultoria e do sócio da gráfica Colorprint. E vetou que dois endereços de Fernando Pimentel fossem revistados, alegando que “já perderam o vínculo direto com sua pessoa, o que não recomenda a realização de buscas nesses locais”.

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