Moro analisa normas propostas pelo BC

Sergio Moro criou um grupo de trabalho para analisar as normas propostas pelo BC contra a lavagem de dinheiro.

Segundo o Estadão, o BC defende que, “com o fim do parâmetro de 10 mil reais, bastará aos bancos identificarem operações suspeitas para que elas sejam encaminhadas ao Coaf.

Já a retirada da menção aos parentes de políticos, na visão do BC, permitiria aos bancos intensificarem a fiscalização sobre quaisquer pessoas ligadas aos ocupantes de cargos públicos, e não apenas familiares.”

O pacote linha-dura de Moro vem aí. Não podemos mais esperar. Leia aqui

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Tempo de publicação: 4 minutos

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  1. Mauricio disse:

    Ei! Essa nuance da nova norma não está clara, ainda mais quando se passa a responsabilidade aos bancos privados.

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  1. José disse:

    Tem que tirar a menção a familiares e políticos. Todos tem que ser investigados em caso de suspeita...Até generais. Claro...

    1. Claro. Até os Generais não é seu Petralha? Não se aflija, pois os Generais não tem rabo de palha, viu?

  2. TICO disse:

    O banco sabe quem são os bons clientes, honestos, que trabalham , como tambem os malandros. Recentemente negaram aceitar deposito em dinheiro , por precaução. Depois de verificar , aceitaram.

  3. Paulo disse:

    Legal !!! Aí larápios abrem contas em bancos "nada honestos" e fica tudo em casa !!!

    1. Mas se tem o parâmetro de 10.000 bastaria fazer dois depósitos abaixo disso.

  4. LUIGI disse:

    Nosso problema não é a previdência, mas sim a corrupção dos POLÍTICOS, precisamos fazer algo para impedir que políticos se tornem profissionais, enriquecendo ás custas do povo.

  5. GERSON disse:

    Moro e sua equipe são os melhores para avaliar qualquer resolução/norma referente ao controle de lavagem de dinheiro. A equipe do BC são incompetentes para o combater o crime financeiro.

  6. Thiago disse:

    Que ridículo essas justificativas, qualquer um vê que são medidas de proteção aos bandidos... investiga tudo mas não investiga nada ao mesmo tempo.

  7. Max disse:

    A famiglia BOSTAnaro e adeptos do RACHID ainda comemoram a intenção do BC. MORO tem de ir de encontro a essa ABERRAÇÃO. Brasil, um paiseco de quinta categoria.

  8. TmT disse:

    Pelo fim de transações em espécie superior a 10 mil reais.

  9. Chris disse:

    E pq não incluir os funcionários públicos ao invés de excluir familiares de políticos?

  10. Max disse:

    Em países civilizados a moeda física quase não existe mais. Todas as transações, ABSOLUTAMENTE TODAS, são no formato digital. Dinheiro vivo é sinônimo de CORRUPÇÃO.

  11. FABIO disse:

    Se a norma específicasse parentes até a décima geração iriam criticar igualmente. Vão criticar tudo o que o governo fizer menos se mandar todos eles t@o@m@a@r n@o c@u.

  12. Pedro disse:

    O órgão responsável para identificar enriquecimento ilícito é a receita federal. Só renda não consumida justifica aumento de patrimônio. Sentença pesada para laranjas.

  13. J_Joao disse:

    Vamos proteger nossos bandidos de estimação, nossos políticos chefes do tráfico e chefes de milícia. Não a honestidade. Não a descendência. Não a moralidade! Chega de hipocrisia.

    1. Essa é a realidade atual. Não será fácil mudar. Principalmente com petralhas e bostaminions orbitando os 3 podres poderes.

  14. Marlene disse:

    Não tire, acrescente: "familiares e quaisquer pessoas ..." Não é óbvio?

    1. Isso é o correto, Marlene. Mas a turma das sombras arruma qualquer justificativa esfarrapada prá justificar o injustificável. Eles parecem até advogados de réus confessos. Transparência não é

    2. Perfeito! Assim como continuar comunicando toda movimentação acima de 10 mil, além de qualquer outra movimentação suspeita, independentemente do valor. A "suspeição" não pode ser monopólio

  15. Marcelo disse:

    Não há mistério redacional que solucione isso na norma: basta incluir as duas categorias: "familiares de políticos e ocupantes de cargos públicos ligados a políticos."

  16. angelo disse:

    Muito estranho exatamente o BC querer afrouxar a vigilância sobre os politicos e seus parentes. Muito estranho. Somente essa sugestão já justificaria um investigação sobre quem deu essa sugestão

  17. Nosferatu disse:

    Essa norma é um retrocesso. Está aí para atender interesses escusos. Não há outra conclusão.

  18. Nosferatu disse:

    Os bancos têm unidades em paraísos fiscais. Muitos deles fazem lavagem de dinheiro para os clientes. O HSBC, recentemente, apareceu num escândalo desse tipo. Essa norma está aí de má-fé!

  19. Nosferatu disse:

    O BC na mão de Guedes e amigos será só mais um agente do globalismo. Viva Donald Trump que conhece os métodos da banqueirada globalista no FED. Bolsonaro é só um bobinho na mão de Guedes!

    1. O que você está falando é loucura, cara! Você anda bebendo muita cachaça e fumando muita maconha! Essa papo de globalismo é coisa da cabeça do maluco Olavo de Carvalho.

    2. Só lembrando que Armínio Fraga saiu do colo de George Soros diretamente para comendar o BC em 1999. Hoje ele faz parte do conselho consultivo de "notáveis" montado pelo Paulo Guedes.

  20. Nosferatu disse:

    Se ficar a critério do Banco informar ou não o que ele acha suspeito, o combate ao crime acabará prejudicado. Ora, os bancos muitas vezes têm filiais em paraísos fiscais só para lavagem de $.

  21. Notorius disse:

    Justificativas horríveis do BC. Sim, o BC tem que ficar esperto com a movimentação de qualquer pessoa, mas os parentes de políticos requerem atenção especial, pois é comum usá-los como laranja

  22. Reinaldo disse:

    Isto é engodo, busca na diminuição do controle e da responsabilização por ele, um grande erro basta colocar "de familiares e demais pessoas ligadas a ele" ou "R$ 10.000,00 ou qualquer outra su

  23. Antonio disse:

    kkkkkkkkkkk esse país é uma piada. O BC querendo que os bancos agora seja um agente de investigação, quando na verdade são apenas repassadores de informações ao BC. Está muito obscuro e tem tr

  24. disse:

    Se me lembro bem, antes destas normas serem criadas era uma bagunça. Todo mundo podia ser investigado, mas ninguém era de fato, por isso criaram-se as regras e agora, não precisa mais?!

  25. Roberto disse:

    O objetivo final é válido, mas as redações dos dois tópicos apresentam falhas. Como exemplo, o parâmetro de R$ 10 mil deve ser mantido para que não se perca um referencial.

  26. KaduPR disse:

    Moro tem q ficar de olhos bem abertos com esse pessoal q veio do mercado financeiro. Mudanças na legislação sobre CC5, qdo Franco era diretor do BC, permitiu evasão de US$ 30 bilhões do país