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Moro diz que candidatura "é um chamado, é uma missão"

Moro diz à Crusoé que nunca incentivou qualquer culto a sua personalidade e que nunca se apresentou como uma ideia ou como um mito
Moro diz que candidatura “é um chamado, é uma missão”
Foto: Daniel Medeiros/O Antagonista

Sergio Moro, em entrevista à Crusoé, explicou porque resolveu se candidatar a presidente, embora tenha negado essa possibilidade no passado:

“O que mudou é que há uma demanda por alternativas políticas. Temos dois extremos. Um governo onde ocorreu os dois dos maiores escândalos de corrupção da história e entregou a recessão e um governo que também entregará provavelmente uma recessão, com o aumento do desemprego e da fome, e desmantelou o combate à corrupção. É um chamado. É uma missão. Senti a necessidade de realizar esse enfrentamento, apresentando um projeto para o país. O Brasil não pode ser forçado a escolher no próximo ano entre dois pesadelos. O país merece ter sonhos e possibilidades. Eleição é tempo de esperança. As pessoas estavam desapontadas com o presente e com o futuro. O povo brasileiro merece ter alternativa a essas duas opções trágicas”.

Ele garante que não se trata de um projeto pessoal:

“Eu fiz um trabalho na Lava Jato e posteriormente no ministério da Justiça. No primeiro, fui exitoso no combate à corrupção e no segundo no enfrentamento ao crime organizado e na redução da criminalidade. Mas nunca incentivei qualquer culto a minha personalidade. Nunca me apresentei como uma ideia ou como um mito. Meu trabalho foi uma conquista da sociedade brasileira. Coloquei meu nome à disposição para liderar um projeto e que pretende ser de muitos. Bem diferente desses dois extremos”.

Assine a Crusoé e leia a matéria completa sobre o livro de memórias de Sergio Moro (foto), que é também colunista da revista.

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