Moro e a “conspiração universal”

Além de recusar o pedido da defesa da Odebrecht de exclusão dos documentários bancários provenientes da Suíça, Sergio Moro deu outra lição aos advogados da empreiteira:

“Quanto às demais alegações de que ele (Márcio Faria) e a Odebrecht seriam vítimas de uma espécie de conspiração universal, são desnecessários comentários do Juízo.”

Conspiração existia antes — entre as empreiteiras, PT, PMDB e PP –, para tungar os brasileiros. Mas não era universal, não, era bem nacional.