Moro e o 'imaginário coletivo' de Ayres Britto

O ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto disse ao Globo que a ida imediata de Sergio Moro para o Ministério da Justiça, sem cumprir quarentena, “redundará em prejuízo” para a Lava Jato “no imaginário coletivo”.

“O Judiciário se define pelo desfrute de uma independência que não pode ser colocada em xeque. O juiz Sergio Moro está à frente de um dos processos penais mais simbolicamente relevantes da história do Brasil, porque alusivo ao gravíssimo tema da corrupção serial organizada às custas do patrimônio público. Isso significa que, no imaginário coletivo, essa migração imediata do principal condutor desses processos para o Executivo redundará em prejuízo para a mais eficiente continuidade da apuração e julgamento do que ocorre no ‘andar de cima’ da sociedade.”

O problema está apenas no imaginário coletivo de uma parcela de advogados e ex-ministros.

 

 

Comentários

  • Augusto -

    O imaginário coletivo popular aplaude, senhor ministro! Procure se ocupar um pouco que essa paranoia de teoria da conspiração passa! O interessante é q nunca se preocuparam com as ocupações do T

  • alvarinalmeida@camam -

    O ministro, queridinho da Rede Globo, está é com dor de cotovelo, pois pensava que seria ele o ministro da Justiça! Além do que, precisa estudar mais sobre quarentena!

  • Afonso -

    Cumprir quarentena é para funcionario do Estado que se aposenta ou deixa o serviço público pra advogar contra estado. Caso procurador amigo do Joesley que não cumpriu. Moro não vai advogar.

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