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Moro na Crusoé: fatos teimosos, fake news e liberdade de expressão

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Sergio Moro, na Crusoé:

“Nos tempos atuais, o problema das mentiras ou das notícias falsas agrava-se com o advento das redes sociais e de aplicativos de mensagens que passaram a ser utilizados como meios de comunicação em massa. Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp têm servido de instrumentos de desinformação em massa. […]

A disseminação em massa de notícias falsas […] é deletéria para essa esfera de debate público. Desinforma em vez de informar. Cria realidades alternativas e não raramente agride o bom senso, apelando ao sensacionalismo. Mentiras, em muitos casos, são mais apetitosas do que a verdade. Nesse aspecto, leis e decisões judiciais que reprimam a disseminação de notícias falsas não necessariamente violam a liberdade de expressão, já que o objetivo é proteger o debate público da influência viciada.

O diabo mora, porém, nos detalhes. Como acertar a justa medida? Como evitar os danos colaterais de medidas inibidoras da liberdade de expressão nas redes sociais? Como evitar que verdades inconvenientes – inclusive aos governantes de plantão – sejam tratadas como notícias falsas. No terreno das incertezas, a melhor abordagem é a minimalista.”

Clique aqui para ler a íntegra da coluna.

Leia mais: Moro exclusivo: como combater as fake news sem promover a censura?

Comentários

  • Márcia -

    Como esperado o texto é ótimo!!! Abaixo a desinformação!!!!

  • TASSO -

    Moro está decadente mesmo. Critica as redes sociais mas esquece de incluir a imprensa tradicional, a maior divulgadores de factoides e fatos distorcidos além de ocultação de fatos. Será que está gagá?

  • Gilberto -

    O problema é a falta de responsabilização e a impunidade. No Brasil ninguém é responsável por nada e quando flagrada a irregularidade não há punição severa. É o País dos garantistas (Gilmar, Barroso).

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