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Mourão: "Se voto impresso for rejeitado no plenário, não tem mais o que fazer"

O vice-presidente afirmou nesta segunda-feira a jornalistas que o governo terá de aceitar o que for definido pelo Congresso
Mourão: “Se voto impresso for rejeitado no plenário, não tem mais o que fazer”
Foto: Adriano Machado/Crusoé

O vice-presidente Hamilton Mourão disse hoje que uma possível rejeição da proposta do voto impresso no Congresso colocará um ponto final” no debate sobre o assunto.

Na chegada ao Palácio do Planalto, ele afirmou a jornalistas que o governo terá de aceitar a decisão da maioria dos parlamentares.

“Acho que a partir daí [da rejeição] não tem mais o que fazer, tá definido pelo Legislativo, pronto. Cumpra-se.”

Na última quinta-feira (5), Comissão do Voto Impresso na Câmara rejeitou, por 23 votos a 11, a proposta bolsonarista para retomar a contagem manual dos votos. No dia seguinte, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que a PEC será votada no plenário. A decisão de Lira foi elogiada por Mourão.

Foi uma boa linha de ação do presidente Lira porque aí coloca pra o conjunto da Câmara de Deputados definir essa questão. Eu tenho dito, várias vezes, que isso é um assunto do Legislativo. Aquilo que o Legislativo decidir, nós temos que cumprir.”

Como destacamos há pouco, o presidente da Câmara se reúne neste momento com líderes partidários da oposição, independentes e da base do governo para discutir a data da votação da PEC do voto impresso. A ideia de Lira é levar ao plenário amanhã.

Mais cedo, Jair Bolsonaro admitiu em entrevista à Rádio Brado, da Bahia, que a proposta não deve ser aprovada.

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