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MP apura lavagem de dinheiro

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A investigação sobre Fabrício Queiroz apura a suspeita de lavagem de dinheiro – ou “ocultação de bens, direitos e valores” – no gabinete de Flávio Bolsonaro.

É o que mostram os autos do procedimento de investigação criminal, obtidos pelo Estadão.

O promotor não pediu informações ao Coaf apenas sobre o filho do presidente. Ele pediu informações também sobre Fabrício Queiroz e mais sete funcionários do gabinete, de 2007 até hoje.

O primeiro relatório do Coaf cobria somente um ano, de janeiro de 2016 a janeiro de 2017.

Vem mais coisa por aí.

O FIM DOS AMIGOS DA ONÇA NO PLANALTO. LEIA AQUI

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