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MP pede quebra de sigilo dos envolvidos no escândalo dos cybermortadelas

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O Ministério Público Eleitoral pediu a quebra de sigilo dos envolvidos na criação de uma rede de ativistas digitais, pagos pelo PT para fazer campanha na internet.

O requerimento partiu do procurador regional eleitoral auxiliar Bruno Nominato, que arrolou  seis empresas envolvidas no esquema.

Nominato também pediu que a Apple informe, em 48 horas, a relação dos usuários que baixaram os aplicativos O Brasil Feliz de Novo e Follow.

Como mostrou O Antagonista, o deputado federal e candidato ao Senado Miguel Corrêa Júnior, afilhado político de Fernando Pimentel, é o homem por trás dos aplicativos. Além disso, pelo menos cinco empresas ligadas a Corrêa e assessores funcionam no mesmo endereço em Belo Horizonte.

Segundo o Globo, o procurador quer ainda que o Twitter informe os dados cadastrais dos usuários @pppholanda, @delucca, @choracuica e @cadefeministas, além de @joycelular e @AgenciaLajoy, e que “todo o conteúdo das quebras pedidas por ele seja compartilhado com todas as Procuradorias Regionais Eleitorais do Brasil, pois candidatos de outras regiões do país podem ter se beneficiado das postagens” –inclusive Lula.

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