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MP-RJ diz que não investiga Michelle por rachadinha no gabinete de Flávio

O Ministério Público do Rio disse em nota que a primeira dama, Michelle Bolsonaro, não é investigada no inquérito que apura o esquema de rachadinha no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do estado.

As investigações, segundo o MP, “seguem normalmente, sob sigilo, a cargo do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC), por designação do procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem”.

Hoje a revista Crusoé revelou que Michelle recebeu R$ 72 mil em seis cheques depositados pelo ex-PM Fabrício Queiroz entre 2011 e 2018. A mulher de Queiroz, Márcia de Oliveira Aguiar, também fez depósitos em cheque na conta da primeira-dama: R$ 17 mil, em 2011.

Queiroz é apontado como o operador do esquema de rachadinha no antigo gabinete de Flávio na Alerj. Segundo o MP-RJ, o ex-PM fez movimentações suspeitas de R$ 1,2 milhão entre 2007 e 2018.

Segundo as investigações, assessores de Flávio devolviam parte do salário que recebiam da Alerj a Queiroz.

Leia a nota do Ministério Público do Rio:

A respeito da matéria ‘Mais cheques para Michelle’, divulgada nesta sexta-feira (07/08), pela Crusoé, sobre depósitos de cheques feitos por Fabrício Queiroz na conta de Michelle Bolsonaro, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) vem informar que a primeira-dama não faz parte do escopo das investigações sobre a prática de rachadinha no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro na Assembleia do Estado do Rio de Janeiro, que seguem normalmente, sob sigilo, a cargo do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC/MPRJ), por designação do procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem.

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