Assine
Acesse
Acesse o Antagonista+ Acesse a Crusoé

MPF abre investigação sobre atuação de plataformas no combate às 'fake news'

Empresas como Facebook e Google têm dez dias para esclarecer o que fazem para combater desinformação
MPF abre investigação sobre atuação de plataformas no combate às fake news
Foto: memyselfaneye/Pixabay

O MPF instaurou nesta segunda (8) um inquérito civil público para investigar a postura das principais redes sociais e aplicativos de mensagem no Brasil no enfrentamento às ‘fake news’ e à violência digital.

Segundo o MPF, “as empresas responsáveis pelo Whats[A]pp, Telegram, Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e YouTube terão que esclarecer como estão atuando contra práticas organizadas de desinformação que colocam em risco a saúde da população e o funcionamento das instituições democráticas”.

WhatsApp, Facebook e Instagram pertencem à mesma empresa, a Meta, novo nome da companhia que antes também se chamava Facebook. Já o YouTube pertence ao Google.

O inquérito foi instaurado pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, órgão vinculado ao MPF, em São Paulo.

As empresas “têm dez dias para enviar informações sobre as providências voltadas a detectar e combater ações como a produção de conteúdos falsos, o disparo de mensagens em massa e o uso de robôs e perfis fictícios”.

Leia também:

Big techs abusam de poder e devem ser divididas, diz relatório da Câmara dos EUA

Austrália aprova lei para que Google e Facebook paguem jornais por notícias

Mais notícias
Comentários desabilitados para este post
TOPO
×
Oferecimento....