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MPF 'expôs com clareza fatos criminosos' imputados a Wassef, diz juíza

Ao receber a denúncia contra Frederick Wassef e mais quatro pessoas por peculato e lavagem, a juíza Caroline Figueiredo afirmou que o Ministério Público Federal “expôs com clareza os fatos criminosos e suas circunstâncias”.

Em outro trecho, escreveu que estão “minimamente delineadas a autoria e a materialidade dos crimes que, em tese, teriam sido cometidos pelos acusados, o que se afere do teor da narrativa fática e documentação que instrui a exordial”.

“Por tal razão, e ainda em um juízo perfunctório exigido pelo momento processual, considero haver justa causa para o prosseguimento da ação penal”, concluiu.

Wassef foi denunciado junto com as advogadas Luiza Eluf e Márcia Zampiron, com o ex-presidente do Sesc/RJ Orlando Diniz e o empresário Marcelo Cazzo.

O escritório dele, segundo o MPF, recebeu R$ 2,6 milhões de um contrato da Fecomércio de R$ 4,6 milhões com a banca de Eluf. O dinheiro, segundo a Lava Jato, foi desviado e não houve efetiva prestação de serviços.

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