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MPF quer manter afastado prefeito suspeito de assediar servidoras

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O Ministério Público Federal pediu ao STJ para manter afastado do cargo o prefeito de Luziânia (GO), Cristovão Vaz Tormin, investigado por suspeita de assediar sexualmente uma servidora dentro da Prefeitura da cidade, que fica no entorno de Brasília.

Ele está suspenso desde o final de fevereiro por determinação do ministro Jorge Mussi, mas tenta voltar ao cargo, alegando que é vítima de armação política.

O MPF diz que ele assediou a servidora mais de uma vez e intimidou ela, parentes e amigos, inclusive por meio de uma secretária municipal. Tormin já foi acusado de importunar outras seis mulheres.

“[Tormin] tem se valido de sua função pública para assediar e importunar sexualmente diversas mulheres, contratadas para trabalharem na administração municipal, ou a ela relacionadas, sob sua chefia direta ou indireta, de maneira a facilitar a prática de tais delitos”, diz o parecer, assinado por Raquel Dodge, ex-procuradora-geral da República.

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