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Muito mais que recibos de papel

O Antagonista publicou há quase dois anos informações ainda não esclarecidas pela Lava Jato que envolvem José Carlos Bumlai e seu primo-laranja Glaucos da Costamarques.

Vale a pena lembrar que Bumlai manteve escritório da Usina São Fernando –aquela que quebrou depois de sumir com meio bilhão do BNDES– no mesmo endereço da LLCS, empresa de Lulinha e Luleco, no conjunto 61 do edifício Office Brigadeiro.

Lá também funcionou a Bilmaker 600, de Glaucos da Costamarques, especializada em agenciamento e intermediação de negócios em geral.

Costamarques teve como sócios Fabio Tsukamoto e Otavio Portugal Ramos, que foram sócios de Luleco na ZLT 500, outra empresa de promoção de eventos esportivos.

Quem será que pagava o aluguel das salas?

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