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Mulher detida por ordem de Bolsonaro na Dutra diz que não falou em 'noivinha do Aristides'

Advogados admitem que mulher abordada pela PRF disse 'filho da puta', mas alegam que ela não se referia ao presidente e sim ao engarrafamento na rodovia
Mulher detida por ordem de Bolsonaro na Dutra diz que não falou em noivinha do Aristides
Reprodução/Foco do Brasil/YouTube

Os advogados da mulher que foi detida após supostamente ter xingado Jair Bolsonaro (foto) na via Dutra, em Resende (RJ), no último sábado (27), afirmam que ela nunca utilizou a expressão “noivinha do Aristides”, como foi divulgado nas redes sociais, relata o Painel da Folha.

A defesa da mulher admite que ela usou a expressão “filho da puta”, mas alegou que ela não estava se referindo ao presidente, e sim ao engarrafamento no local.

Sem nenhuma prova, a versão que circulou nas redes afirmava que “noivinha do Aristides” era um apelido que Bolsonaro teria recebido quando era militar da ativa.

Após o xingamento na rodovia, a mulher foi abordada pela Polícia Rodoviária Federal por ordem do próprio presidente. Segundo os advogados Marcello Martins dos Santos e Luiz Augusto Guimarães, ela é profissional de saúde e viajava com a família para Aparecida (SP) quando viu Bolsonaro acenando para os motoristas.

Os defensores argumentam que o xingamento se deveu ao engarrafamento e ao estresse que a profissional de saúde “tem passado em sua vida profissional durante a pandemia”. E frisam que ela “não conhece e nem mencionou qualquer coisa sobre o termo ‘noivinha do Aristides'”.

 

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