“Na Petrobras, era tráfico de influência”

Fernando Baiano também confirmou a Sérgio Moro a intermediação de propina para Nestor Cerveró, mas nega qualquer repasse para Renato Duque ou Pedro Barusco. Disse ainda que sempre trabalhou como consultor, mas que na Petrobras era “tráfico de influência mesmo”.

Baiano detalha a relação familiar que tinha com Paulo Roberto Costa, o que incluía jantares, viagens e férias com mulher e filhos. O lobista também confirma que repassou a PRC entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões.

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