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"Não é meu papel criticar a postura pessoal", diz Pacheco

Presidente do Senado defendeu que, quando chamou de "inimigos da nação" os que flertam com ruptura institucional, deu "uma mensagem muito clara a todos"
“Não é meu papel criticar a postura pessoal”, diz Pacheco
Foto: Adriano Machado/Crusoé

A Folha perguntou a Rodrigo Pacheco por que, em pronunciamento na semana passada, quando chamou de “inimigos da nação” os que defendem alguma ruptura institucional, ele não citou o nome de Jair Bolsonaro.

“Porque não é meu papel criticar a postura pessoal. Meu papel é criticar posturas institucionais. O que eu digo ali é muito mais amplo do que uma crítica pessoal ou sobre a fala de alguém, inclusive do presidente da República”, respondeu.

“O que eu quis dizer para o país foi que todo aquele que pretenda algum tipo de retrocesso à democracia, frustrando eleições, defendendo intervenção militar ou rememorando Atos Institucionais, vai ser considerado pela história como inimigo da nação. É uma mensagem muito clara a todos”, acrescentou.

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