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“Não é PEC da violência”, diz Lira, sobre texto que amplia controle do Congresso no CNMP

Presidente da Câmara pretendia que o texto fosse votado ontem, mas não foi possível chegar a um acordo com entidades ligadas ao MP
“Não é PEC da violência”, diz Lira, sobre texto que amplia controle do Congresso no CNMP
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Arthur Lira (foto) voltou a defender há pouco a votação da PEC da Vingança, que altera a composição do Conselho Nacional do Ministério Público.

Atualmente, o Congresso Nacional escolhe dois dos 14 membros do CNMP. Agora, na versão piorada do texto, deputados e senadores poderão indicar cinco de 17 vagas no CNMP. Além disso, a PEC abre margem para que deputados e senadores elaborem um código de ética aos membros do Ministério Público Federal.

“Não é PEC da violência, nem PEC da imunidade, nem PEC da impunidade. É uma discussão séria sobre atribuições de um poder ou de um órgão que não tem um código de ética. Quem é que controla o Ministério Público hoje?”, disse Lira.

“A discussão sadia se dá quando se dá sobre os fatos. O que essa presidência preza é que a gente discuta sobre os fatos. Eu nunca vou me curvar à versão de qualquer parlamentar que tenta denegrir, muito menos de integrantes de outros poderes, denegrir a imagem desse Poder, dessa Casa”, afirmou o presidente da Câmara.

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