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Não é rachadinha, é 'fundo solidário'

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Assim como Fabrício Queiroz, assessores de outros gabinetes da Alerj também apresentaram versões tidas como pouco críveis pelos investigadores para justificar movimentações suspeitas em suas contas, informa Fabio Serapião na Crusoé.

Assessores do gabinete de Márcio Pacheco, ex-líder do governo Wilson Witzel na Assembleia do Rio, alegaram que suas transferências para uma conta do chefe de gabinete de Pacheco, André Santolia, eram para criar um “fundo solidário”.

Santolia, segundo as investigações, movimentou R$ 1,7 milhão em sua conta entre 2016 e 2017.

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