Não estupre a nossa inteligência, deputada Maria do Rosário

A deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul, não perde a chance de ficar calada. Mario do Rosário é aquela senhora que chamou o deputado Jair Bolsonaro, do PP do Rio de Janeiro, de “estuprador”, depois de intrometer-se numa entrevista que estava sendo feita com ele, e não com ela, na Câmara (não aprovamos a reação de Bolsonaro, evidentemente). Na sua conta no Twitter, Maria do Rosário soltou o verbo contra o interesse pelo destino das cinzas de Marco Archer Cardoso Moreira, executado na Indonésia por tráfico de drogas. “Era um traficante, não um herói”, completou.
É claro que Marco Archer Cardoso Moreira estava longe de ser herói, mas a sua história não interessa aqui. A questão é Maria do Rosário arrogar-se o direito de determinar o que é interessante ou não; ao que a imprensa deve dedicar-se ou não.
Nada muito complexo de ser explicado: a intervenção da deputada petista, aparentemente irrelevante, trai mais uma vez o vezo autoritário dela e do seu partido. Eles querem controlar cada milímetro da vida dos cidadãos, porque acreditam que somos apenas peças no tabuleiro do sistema de engenharia social que gostariam de implantar no Brasil. Não estupre a nossa inteligência, Maria do Rosário, com o seu discursinho pretensamente correto. Nós, os não-bovinos, sabemos exatamente onde você e os seus companheiros querem chegar. Não passarão.


Ela quer cremar a sua curiosidade e a imprensa

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