Não houve crime de Bolsonaro no caso 'encher tua boca de porrada', diz PGR

Não houve crime de Bolsonaro no caso encher tua boca de porrada, diz PGR
Antônio Augusto Brandão de Aras, o PGR

O PGR Augusto Aras disse ao Supremo que não houve crime de Jair Bolsonaro quando ele disse “minha vontade é encher tua boca de porrada” a um jornalista do Globo.

Em parecer encaminhado ao STF na sexta (11/9), Aras disse que não houve ameaça no caso porque o suposto ameaçado não apresentou nenhuma queixa à Procuradoria sobre o episódio.

Augusto Aras também disse que a Constituição proíbe a investigação do presidente da República por fatos “estranhos ao mandato”. Nesse caso, Bolsonaro reagiu a uma pergunta do jornalista sobre os depósitos de R$ 89 mil de Queiroz na conta da primeira-dama, Michelle, revelados pela Crusoé.

A manifestação de Aras foi feita em petição apresentada ao Supremo pelo deputado Danilo Cabral (PSB). Ele também acusava Bolsonaro de crime de responsabilidade, mas o PGR disse que só o Congresso pode investigar autoridades por esse tipo de desvio.

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