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"Não posso afirmar se foi sabotagem ou erro", diz delegado, sobre Belorizontina

Em coletiva de imprensa, delegados da Polícia Civil de Minas afirmaram que trabalham com duas linhas de investigações sobre a contaminação de lotes da cerveja Belorizontina: erro na fabricação da cerveja ou sabotagem.

A substância tóxica encontrada na cerveja, o dietilenoglicol, é utilizada como anticongelante em serpentinas de indústrias cervejeiras. O erro pode ter ocorrido no vazamento da substância.

A Polícia Civil também disse que foram encontradas quatro notas fiscais na cervejaria Backer que comprovam a compra de monoetilenoglicol, substância tóxica que é utilizada no processo de resfriamento das cervejas.

A sabotagem pode ter ocorrido, segundo a polícia investiga, pela suposta participação de um ex-funcionário. Como mostramos, um supervisor da cervejaria registrou boletim de ocorrência contra um trabalhador que, quando foi informado da demissão, em dezembro passado, ameaçou colegas.

“Não posso afirmar se foi sabotagem ou se foi erro. Neste primeiro momento estamos buscando entender como se deu a intoxicação. É o primeiro passo. Para, posteriormente, nós buscarmos algum tipo de responsabilidade penal, caso exista. Neste contexto, há uma necessidade do trabalho pericial”, disse o delegado Flávio Grossi.

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