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Não se pode validar terrorismo como meio de ação política na democracia, diz conferência

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Não é admissível justificar ou validar o terrorismo como meio de ação política na democracia. A conclusão faz parte do comunicado conjunto assinado por 18 países que participaram, hoje, da III Conferência Ministerial Hemisférica de Luta contra o Terrorismo, na Colômbia.

Ficaram expressas preocupação com a atuação de organizações como  ISIS/Daesh, Al-Qaida, Hezbolá, Exército de Libertação Nacional – ELN – e pelo Grupo Armado Organizado Residual – GAO-r.

Os governos participantes “condenaram o terrorismo em todas as suas formas e manifestações, quaisquer que sejam suas motivações, enfatizando que ele constitui uma ameaça à paz e à segurança dos países e de toda a comunidade internacional, bem como aos direitos humanos, à estabilidade democrática, ao desenvolvimento econômico e social e aos cidadãos dentro e fora de seus territórios nacionais, deplorando seus efeitos no gozo dos direitos humanos e das liberdades fundamentais das vítimas”.

Ficou acertado que devem ser negados refúgio, asilo, abrigo e/ou qualquer tipo de apoio àqueles que financiem, planejem ou cometam atos terroristas, ou àqueles que lhes prestem colaboração. Outra definição é pelo fortalecimento de marcos legais nacionais que sejam capazes de implementar sanções financeiras e outras medidas eficazes para congelar ativos vinculados a organizações terroristas.

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

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