“Não vai sobrar muita coisa”

Carlos Campos Neto, do Ipea, afirmou o seguinte a O Globo:

“O Estado não tem condições de investir, e o interesse do setor privado tem limite. Não há mais tantas rodovias que lhe interessem. No caso dos aeroportos, após a privatização de Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre, os terminais por onde passam 60% do fluxo de passageiros estarão nas mãos de agentes privados. Não vai sobrar muita coisa que atraia os investidores.”