Negociação será com partidos, não com bancadas, diz líder do governo na Câmara

O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), disse hoje que o governo, ao negociar com a base, vai dialogar com os partidos e não com bancadas temáticas, registra o G1.

“Houve, durante a campanha, a tese de que o governo não negociaria, não trataria, não conversaria com os partidos, que seria feito através das frentes parlamentares, dos grupos temáticos. É lógico que não vai acontecer, o próprio regimento, a Constituição e as leis dão uma legitimidade para os partidos políticos e o governo vai prestigiar os líderes”, afirmou Vitor Hugo ao deixar a primeira reunião do ano com os líderes partidários e Rodrigo Maia.

Vitor Hugo não quis dar uma previsão de prazo para votar a reforma da Previdência na Câmara.

Sobre a declaração de Maia de que o objetivo é conseguir entre 320 e 330 votos favoráveis à proposta em até dois meses, o líder do governo na Câmara disse que isso é mais uma “referência” e que “o prazo do parlamento vai ser respeitado”.

“É preciso que haja discussões, para o natural aperfeiçoamento do texto, o governo vai enviar uma proposta em breve, mas o choque de ideias aqui no parlamento vai fazer com toda certeza com que a proposta seja aperfeiçoada”, afirmou.

Vale a Pena Ver de Novo? Será Que a Novela da CPI da UNE Irá Se Repetir? Descubra aqui.

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem;
Tempo de publicação: 4 minutos

200

Ler comentários
  1. Ryu disse:

    Esse major é um inepto e tem cara de safad0.

  2. Ryu disse:

    Estelionato eleitoral é crime, só para lembrar....

  3. Presidente-XVII disse:

    Membros do governo estão querendo desdizer tudo o que o presidente disse, e que fez ele ser eleito. Esse tipo de declaração do líder, dita assim, faz pensar que haverá fisiologismo.

  4. Carlos disse:

    É assim que funciona. Seria infantilidade acreditar q TD é fácil. A reforma passará. Mas, existe o Congresso. Simples assim. Resto: mimi mi...

  5. Valdir disse:

    Bolsonaro precisa se recuperar logo, a velha política está tentando impedir tudo o que ele se comprometeu! Os novos parlamentares estão com cara de velhos!

  6. Telma disse:

    Muita pretensão acreditar que o Congresso "aperfeiçoa" alguma coisa. Um dia, talvez cheguemos nesse nível. Esse discurso é p/ forçar o governo a engolir a velha política de toma-lá-dá-cá. A

    1. Não podem desfigurar a proposta do Governo, como fizeram com as 10 medidas anti corrupção. O Povo tem que estar acompanhando e bem alerta.

  7. ()ARROMBADÍSSIMA() disse:

    )))))))))))))161 de P U T A dos ((((((( dos 09 SHIT "estados" CABEÇUDOS #Â N U S#. SÃO PIOR QUE as 10 PRAGAS do EGITO .............................................................................

  8. Luís disse:

    N senti segurança. Parece um algodão entre serras elétricas!!!

  9. ()ARROMBADÍSSIMA() disse:

    .......................................... LERO-LERO, LENGA-LENGA e BLÁ-BLÁ-BLÁ Para o HABITUÉS FREGUÊS VER TALVEZ. CONTINUA SENDO a BOLA da VEZ ..................................................

  10. Marco disse:

    se o país continuar INGOVERNÁVEL, melhor FECHAR os 3 poderes, decretar um golpe militar e recomeçar a constituição do ZERO!

    1. Guerra Civil é Mais EMOCIANTE. Pensou MATAR TODOS os VIRGULINOS !!!! NÃO TEM PREÇO .......................................

  11. Roberta disse:

    Este aperfeiçoamento será também para o pacote do Moro, aos moldes do que tentaram na calada da noite com as "Dez Medidas"?

  12. Marcelo disse:

    Depende do que se conceitua "aperfeiçoada". No empolado e empoeirado glossário parlamentar, aperfeiçoada é sinônimo de esculhambada. Parece coisa de "novo Renan".

  13. Marco disse:

    melhor deixar o santos cruz dialogar com o congresso

  14. Marco disse:

    Então é melhor fechar esse congresso e decretar o golpe militar

  15. Apolinário disse:

    A ficha do novo Governo vai caindo aos poucos, agora é só discutir quem fica com este Ministério, quem nomeia aquele cargo, quem rouba aquela verba pública e, pronto, reforma aprovada.