No mundo encantado de Onyx, Brasil tem "volume extraordinário" de contratos para compra de vacinas

No mundo encantado de Onyx, Brasil tem “volume extraordinário” de contratos para compra de vacinas
Foto Adriano Machado / Crusoe

Onyx Lorenzoni, que agora é ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, vive em um mundo à parte.

Ele disse à Rádio Bandeirantes hoje que “já temos um volume extraordinário em contratos assinados” para a aquisição de vacinas contra a Covid-19. Sem apresentar qualquer evidência, ele disse que “vamos atingir em cerca de quatro meses o objetivo da imunidade de rebanho”.

Lorenzoni criticou a Pfizer por, na avaliação dele, ter “cláusulas abusivas” em seu contrato e acrescentou não saber se Jair Bolsonaro vai vetar o projeto de lei, aprovado ontem no Senado, que permite que estados, municípios e empresas comprem vacinas, sem a responsabilização das farmacêuticas por eventuais eventos adversos graves provocados pelos imunizantes.

“Você sabe meu grau de lealdade com o presidente. Eu não posso comentar. Ainda não temos uma definição”, disse o ministro.

Hoje completa um ano do primeiro caso oficial de Covid-19 no Brasil. Ontem, o país superou a marca de 250 mil mortes pela doença e 35 dias consecutivos de média móvel de mortes acima de 1 mil.

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