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"Nós, em Curitiba, não damos imunidade, por princípio"

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Carlos Fernando dos Santos Lima criticou o acordo da PF com Antonio Palocci.

Ele criticou também os acordos com Delúbio Soares, Sérgio Machado e Joesley Batista, que foram feitos pelo Ministério Público Federal.

A Folha de S. Paulo perguntou se as concessões à JBS afetaram o instituto da delação premiada.

Ele respondeu:

“Acho que sim. É uma confusão, um ataque ao instituto, e não ao acordo em si. O instituto é bom. Nós, em Curitiba, não damos imunidade, por princípio. Marcelo Odebrecht era até uma figura mais importante que Joesley, mas nós exigimos que ele ficasse um ano preso depois de assinado o acordo. Ficou três anos no regime fechado.”

Comentários

  • JorgeS -

    Marcelinho, se considerarmos a quantidade de crimes cometidos, ficaria preso até o fim do milênio.

  • -

    Interessante que o procurador em questão não se pronunciou, na época devida, com críticas aos acordos formatados pelo seu antigo chefe, o sinistro Rodrigo Janot!!!

  • Petralius -

    O dinheiro compra tudo. A gangue de corruptos que rouba o país, desde 1985, quando encontrou a Lava Jato pela frente, correu a comprar os os membro Oh nestos dos tribunais aparelhados onde, vergonha na cara custa alguns milhões.

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