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Nos EUA, há 22 órgãos nos moldes do Coaf

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Walter Maierovitch, que participou da comissão que elaborou a lei brasileira contra lavagem de dinheiro, defende a comunicação automática entre Coaf e Ministério Público, sem autorização judicial – como ocorre nos EUA e na Europa.

“Esse tipo de aviso dado pelas agências de inteligência financeira para autoridades de investigação policial é primordial para que se descubram esquemas de corrupção, tráfico de drogas, de armas e de seres humanos (crimes que, em geral, são difíceis de rastrear)”, disse ao Globo.

O jurista ressalta que só nos Estados Unidos há 22 órgãos de controle de movimentações financeiras, nos moldes do Coaf, que atuam de forma independente.
Segundo ele, a preocupação da comunidade internacional com troca de informações financeiras começou no final dos anos 1980, com o objetivo de combater o tráfico internacional de drogas.
“Depois do ataque às Torres Gêmeas, em Nova York, o foco passou a ser o terrorismo. Nos últimos anos, a corrupção entrou no radar dessas agências.”
Mas Dias Toffoli quer proteger os cidadãos.

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Comentários

  • Marcos -

    Que ilibado saber é este?

  • Rafael -

    E que não se venha ‘contra-argumentar’ que no Brasil não há terrorismo! O ‘nosso’ tráfico de drogas mata, pelo menos 10 Torres gêmeas por ano. A ‘ nossa’ corrupção deve matar mais que isso!

  • Fátima -

    Aqui no Brasil órgãos de fiscalização funcionavam muito bem, até que Toffoli decidiu, como bom ditador, que ele deve proteger os cidadãos. Mas os dele, lógico.

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