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A nota abjeta de Paulo Pimenta é apenas a repetição de uma farsa

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Numa nota abjeta, em nome do PT na Câmara, o deputado Paulo Pimenta, um dos autores da vigarista CPI da Lava Jato, diz que o objetivo dos “movimentos de extrema-direita” representados por O Antagonista é intimidar os deputados e tolher a liberdade do Parlamento. E ataca a “extrema parcialidade e seletividade” da Lava Jato, uma confissão de que a CPI é mesmo para tentar matar a maior operação anticorrupção da história brasileira, que prendeu o chefão Lula.

Como todos os petistas, Paulo Pimenta não tolera a liberdade de imprensa; não tolera o Judiciário independente; não tolera a verdadeira democracia. Ele, sim, quer acuar Sergio Moro, os procuradores da Lava Jato e os jornalistas que não rezam pelo credo do PT — credo muito bem remunerado, por sinal. O Antagonista não se intimida, Pimenta, por mais que você e os seus comparsas tentem inventar mentiras a nosso respeito. Dentro do roteiro imundo previamente combinado com o doleiro foragido Rodrigo Tacla Durán, ele diz que somos um “veículo que serviu às diatribes dos operadores da Lava Jato e tem, entre os seus dirigentes, justamente um profissional citado por réus investigados por esta mesma operação, mas que jamais foi alvo de qualquer procedimento de investigação”.

A nota abjeta de Paulo Pimenta é apenas a repetição de uma farsa.

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