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Nota da Smartmatic

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A respeito das notas publicadas na semana passada sobre o pregão eletrônico do TSE, a assessoria da Smartmatic enviou a seguinte nota – assinada por Victor Reis, presidente da “Smartmatic Brazil”.

“Smartmatic nas eleições brasileiras

As urnas eletrônicas usadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não foram fabricadas nem fornecidas pela Smartmatic, mas por outras duas empresas: a Unysin e a Diebold.
No Brasil, a Smartmatic tem fornecido outras tecnologias e serviços para o TSE. Nas últimas três eleições nacionais (2012, 2014 e 2016), nós possibilitamos a comunicação de dados e de voz entre áreas remotas do país e o Tribunal, usando tecnologia satelital. Dessa forma, contribuímos com o TSE para a divulgação eficiente e precisa dos resultados eleitorais.

Em 2012, nós também contribuímos com as autoridades brasileiras ao fornecer outros serviços, como o treinamento de operadores do sistema eleitoral eletrônico e os testes e manutenção das urnas eletrônicas.

A Smartmatic participou do processo de licitação para as impressoras a serem conectadas às urnas eletrônicas existentes que, como gostaria de enfatizar, não são de fabricação nem de fornecimento da nossa companhia. Nesse processo de licitação, a Smartmatic respondeu a todos os requisitos e participou dele com a máxima transparência. Em relação ao lance específico, oferecemos a oferta com menor custo para o TSE.

Sobre as eleições na Venezuela

As urnas eletrônicas que fornecemos para a eleição dos componentes da Assembleia Nacional Constituinte, em 30 de julho de 2017, não foram violadas por hackers. A integridade do nosso sistema não foi violada, e nenhum controle de Algorítmo e Criptografia foi rompido.

Em 2 de agosto de 2017, o presidente da Smartmatic, Antonio Mugica, informou à opinião pública que os resultados da eleição apresentados pela Comissão Eleitoral Venezuelana, na noite de 30 de julho, não correspondiam aos registrados pelo nosso sistema. Na condição de prestadores de serviços para a Comissão, nós constatamos que as autoridades venezuelanas haviam inflado o número de votantes em pelo menos 1 milhão.”

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