Nota de Ricardo Barros

A assessoria do ex-ministro da Saúde Ricardo Barros enviou a O Antagonista uma nota em que contesta a acusação que o Ministério Público Federal lhe fez —o MPF cobra dele R$ 19,9 milhões.

Leia a íntegra:

“O ex-ministro da Saúde, Ricardo Barros, lamenta que o Ministério Público Federal tenha escolhido o lado errado da luta no Sistema Único de Saúde (SUS). Deveria acusar as empresas que mantêm monopólio de representantes para explorar o erário público. A Justiça deu a autorização para a Global importar o medicamento. O laboratório fabricante, no entanto, recusou a vender o produto para a Global, mantendo um injusto e maior preço para o Brasil, praticado por seu representante comercial.

A legislação foi cumprida rigorosamente para aquisições por judicialização da Saúde. Os R$ 5 bilhões economizados em 22 meses à frente do Ministério contrariaram muitos interesses. Agimos sempre dentro da lei, e nesses casos com decisões judiciais favoráveis ao Ministério da Saúde.

O juiz substituto da 21ª Vara Federal de Brasília, Ronaldo Spagnolo, concedeu liminar para a importação do medicamento pela vencedora da licitação.

Também foi criado o núcleo de judicialização no Ministério da Saúde e atuamos em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A judicialização da Saúde consome anualmente RS 7 bilhões dos cofres públicos.”

O sucesso (ou insucesso) do 'posto Ipiranga' vai determinar se o Brasil se entrega ao passado de vez ou se nos lançamos ao futuro. LEIA AQUI

Comentários temporariamente fechados.

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Alexandre disse:

    UmljYXJkbyBxdWUgc/MgZmF6IGJhcnJvcy4uLi4udm91IGRhciB1bSBiYXJy428u

Ler comentários
  1. Inacio disse:

    U2UgZmF6ZXIgdW1hIGludmVzdGlnYefjbyBhcXVpIGVtIE1hcmluZ+EgZmFt7WxpYSBCYXJyb3MgdmFpIHBhcmEgY2FkZWlhIGJlbSBy4XBpZG8=

  2. Oswaldo disse:

    RXNzYSBub3RhIOkgdONvIGZhbHNhIHF1YW50byBhIGxpY2l0YefjbyBxdWUgZWxlIGZleiBxdWUgYWNhYm91IHJlc3VsdGFuZG8gbm8gYXNzYXNzaW5hdG8gZGUgMTQgcGVzc29hcy4=

  3. Kalá disse:

    RXNzZSBkYW5hZG8g6SBvIHPzY2lvIG9jdWx0byBkZSB1bWEgdGFsIFFVQUxJQ09SUCwgc2ltIG91IG7jbyA/ICBT428gcmVtYXRhZG9zLg==

  4. renato disse:

    ySB1bSBncmFuZGUgY2lkYWTjbyBlc3RlIFJpY2FyZG8gQmFycm9zLCBjb2lzYSBmaW5hLiBO428gc/MgZWxlIGNvbW8gc3VhIGFtYWRhIGVzcG9zYSBlIHN1YSBxdWVyaWRhIGZpbGhhLCBhaCEsIHRlbSBvIGlybeNvIHRhbWLpbS4gVG9kb3Mgc+NvIG8gIGVtYnJp428gZGUgdW0gbm92byBjbOMuIEVzdGlsbyBSZW5hbiwgU2FybmV5Li4=

    1. Q2EgZGUgaSBhIHByYSBnZW50ZSBkZXNzYSBsYWlhLiAgQmFuIGRpIGRvcy4=

  5. Waldomiro disse:

    ySBpc3NvIHF1ZSBk4SBub21lYXIgTEFEUtVFUyBFIENPUlJVUFRPUyBwYXJhIHVtIG1pbmlzdOlyaW8sIGRlIHBvcnRlaXJhIGZlY2hhZGEsIGUgdONvIGVzc2VuY2lhbCBwYXJhIGEgcG9wdWxh5+NvLiBUZW0gcXVlIHJlc3BvbnNhYmlsaXphciB0YW1i6W0gcGVsYXMgMTQgbW9ydGVzIHF1ZW0gaW5kaWNvdSBlc3NlIGxhZHLjby4uLg==

  6. HM disse:

    UmljYXJkbyBCQVJST1Mg6SBlIHNlbXByZSBmb2kgdW0gTEFEUsNPIFZBLkdBQlVORE8sZGVzZGUgcSBmb2kgUHJlZmVpdG8gZGUgTUFSSU5HwS1QUiBlbGUgc3VwZXJmYXR1cmF2YSBlIGZyYXVkYXZhIExpY2l0Yef1ZXMscGVyZ3VudGUgYW9zIHTpY25pY29zIGRvIFRDRS1QUiBxdWVtIOkgUmljYXJkbyBCYXJyb3MhPz8=