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Nova Lei de Improbidade vai evitar demissão de ex-Lava Jato, diz procurador

Segundo Hélio Telho, decisão do CNMP que demitiu Diogo Castor sob a acusação de improbidade não deve ser aplicada porque o conceito mudou na nova legislação
Nova Lei de Improbidade vai evitar demissão de ex-Lava Jato, diz procurador
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Nas redes sociais, o procurador Hélio Telho, do MP de Goiás, afirmou que a pena de demissão imposta pelo CNMP a Diogo Castor, ex-procurador da Lava Jato, pode não ter eficácia graças à Lei de Improbidade aprovada pelo Congresso no último dia 5.

Como publicamos, o conselho decidiu nesta segunda (18) à noite demitir Castor, acusado de ter financiado por meio de terceiros um outdoor em favor da operação.

“Veja a ironia do destino. Essa pena foi aplicada porque o CNMP entendeu que houve improbidade. Porém, com a nova Lei de Improbidade aprovada pelo Congresso e em vias de ser sancionada pelo presidente da República, esse fato deixará de ser improbidade e a pena não será executada”, escreveu Telho no Twitter.

Instalado na saída do aeroporto de Curitiba em março de 2019, o outdoor dizia: “Bem-vindo à República de Curitiba, terra da Operação Lava Jato, a investigação que mudou o país. Aqui a lei se cumpre. 17 de março – 5 anos de Operação Lava Jato – o Brasil agradece”.

O CNMP concluiu que Castor cometeu improbidade e quebra de decoro no caso.

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