Nove milhões para Dornelles

Além dos R$ 10 milhões para Sérgio Guerra, a Queiroz Galvão teria pago outros R$ 9 milhões a Francisco Dornelles, do PP, hoje governador em exercício do Rio de Janeiro.

Em sua proposta de delação premiada, Pedro Corrêa disse que o dinheiro era para abafar a CPI da Petrobras. A negociação foi feita por Ildefonso Colares e confirmada por Othon Zanoide de Moraes Filho, ambos presos hoje na Resta Um.

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