O achaque de Dilma

O Antagonista disse que o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, declarou à Lava Vato ter sido pressionado por Edinho Silva e Giles Azevedo para dar dinheiro à campanha de Dilma Rousseff, em 2014.

A Veja, neste sábado, confirmou a notícia:

“Nos chamados anexos da delação premiada, que resumem os tópicos principais da colaboração, Otávio Azevedo afirmou que a pressão por dinheiro, em pleno ano eleitoral de 2014, partiu do então tesoureiro da campanha petista, Edinho Silva, e de Giles Azevedo, chefe de gabinete de Dilma Rousseff.

A mensagem, segundo o executivo, era clara: se a Andrade Gutierrez não se engajasse mais efetivamente na campanha petista, seus negócios com o governo federal e com as empresas estatais estariam em risco em caso de vitória de Dilma. Em outras palavras, o executivo, preso em junho do ano passado pela Operação Lava Jato, relatou o que entendeu como um achaque”.

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