O acordão sem freio

O acordão entre Jair Bolsonaro e Dias Toffoli foi celebrado em 16 de julho, quando o plantonista do STF deu a decisão que travou o inquérito envolvendo Flávio Bolsonaro.

Algumas semanas depois, a Crusoé avisou:

“Mudanças no Coaf, reestruturação na Receita, sucessão na PGR: cada vez mais próximos, Dias Toffoli e Jair Bolsonaro costuram movimentos que apontam para um acordão a partir do qual a Lava Jato e outras investigações devem ser as maiores prejudicadas.”

Na semana seguinte, Dias Toffoli foi entrevistado pela Veja e abriu o jogo, dizendo que havia barrado o impeachment do presidente.

Agora ninguém mais esconde o acordão, que passa também pela troca do diretor-geral da PF, pela submissão de Sergio Moro e pela soltura de Lula.

Leia aqui a mais recente reportagem da Crusoé sobre o assunto.

Comentários

  • Edvaldo -

    Quem diria, um homem , que o povo depositou toda sua esperança, acreditando no combate a corrupção, agora o tal acordão, isso fez uma enorme decepção do seu eleitorado

  • Miguel -

    Muito falastrão e pouca ação. O pior retrocesso de todos os tempos.

  • ricardo -

    bolsonaro traidor

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