O biógrafo “Amigo”

“Um grupo de intelectuais decidiu criar um observatório para acompanhar e defender Lula”, diz o Estadão.

Os intelectuais citados pela reportagem são: Paulo Sérgio Pinheiro, Luiz Carlos Bresser-Pereira e Fernando Morais.

Fernando Morais, além de defender Lula, tem de defender também a si próprio. Em 2013, ele viajou a Cuba em jatinho fretado pela Odebrecht, como publicamos um ano e meio atrás:

Lula, o lobista, não viajou sozinho no jatinho pago pela Odebrecht.

A relação oficial de passageiros do voo, obtida por O Globo, mostra que, além de Alexandrino Alencar, o homem encarregado de distribuir propinas da Odebrecht, ele viajou com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, e com o biógrafo de José Dirceu, Fernando Morais.

A viagem de Fernando Morais a Havana teve um propósito cultural: ele aproveitou a generosidade da Odebrecht para publicar seu livro “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”.

Fernando Morais, em 1976, viajou a Cuba e fez uma apologia do regime cubano. 37 anos depois, ele finalmente concretizou seu sonho retornando à ilha com o lobista Lula, num jatinho fretado pela Odebrecht.


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