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O caminho do relatório do Coaf sobre as movimentações financeiras de Queiroz

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A Crusoé, nesta edição, refez o caminho do relatório do Coaf sobre as movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz.

“O RIF, como é chamado o relatório de inteligência financeira, foi elaborado no dia 3 de janeiro de 2018 pela equipe do Conselho de Controle de Atividades Financeiras e enviado para quatro órgãos de investigação: MPF, PF, Receita Federal e MP estadual, como comunicação espontânea, ou seja, quando o próprio órgão detecta movimentações suspeitas a partir de dados enviados pelos bancos e encaminha aos investigadores.”

O relatório, de 422 páginas, traz o histórico de um ano de transações atípicas envolvendo 545 pessoas — servidores e ex-servidores da Alerj, em sua maioria.

O nome de Queiroz aparecia como “titular de movimentação suspeita” do 20º núcleo político de assessores que caíram na malha-fina.

Leia a reportagem completa aqui.

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Comentários

  • Cir -

    Tem um em especial, deputado do alma mais honesta do universo (paralelo incluso)...

  • Uirá -

    É de CIÊNCIA PÚBLICA que tal coisa não se dá somente na ASSEMBLEIA DO RJ, mas nas CÂMARAS MUNICIPAIS, ASSEMBLEIAS ESTADUAIS, CONGRESSO e TRIBUNAIS DE JUSTIÇA. Então pq o COAF "DETECTOU" só a ALERJ?

  • Marcos -

    Precisam ser apurados estes fatos e severamente punidos os responsáveis. Igualmente dem ser apurados os fatos omitidos pelo COAF em 13 anos do governo do PT, hoje sabidamente merecedores de apuração.

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